A implantação de ações de sustentabilidade no STJ foi estruturada em 2008, com a criação do Programa de Responsabilidade Socioambiental (PRSA), vinculado ao Gabinete do Diretor-Geral cuja atuação inicial baseou-se nos eixos temáticos da Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P) do então Ministério do Meio Ambiente: uso consciente dos recursos naturais, qualidade de vida, sensibilização e capacitação, compras e construções sustentáveis e gestão de resíduos.
Em 2012 a Política de Sustentabilidade do Tribunal consolidou a sustentabilidade como valor institucional por meio da Portaria STJ/GDG n. 293/2012 e em 2014 foi criada a Assessoria de Gestão Socioambiental (AGS), por meio da Resolução STJ n. 8/2014, uma das primeiras unidades formalizadas para tratar da pauta no Judiciário brasileiro.
A unidade passou a se denominar Assessoria de Gestão Sustentável (AGS), a partir de 2022, e em 2024 a Política de Sustentabilidade do STJ foi atualizada por meio da Portaria STJ/GDG n.4/2024, alinhando-se às atualizações trazidas pela Resolução CNJ n. 400/2021.
A atuação da AGS atualmente promove as compras públicas sustentáveis, o uso racional dos recursos, a revisão de padrões de consumo, a revisão e digitalização de processos de trabalho, a gestão adequada de resíduos, a promoção de ações de qualidade de vida e da diversidade, equidade e inclusão social, além de ações de capacitação em sustentabilidade.
As iniciativas da AGS se pautam em soluções inovadoras e na conscientização de seus colaboradores e usuários de maneira a diminuir os impactos ambientais da atividade do Tribunal e impulsionar a eficiência operacional da instituição
Dessa forma o STJ se consolida como referência no uso racional de recursos e na promoção de uma cultura organizacional mais sustentável, justa e inclusiva.